segunda-feira

Se for



                               codinome Romeu

se o amor do meu amor se for
o quanto o quarto esfriar ausência ao redor
sozinho
      e só
      escreverei

se o corpo enfermar
suspirarei dores em belos versos
no devaneio de alguém anotar

e se a cabeça em agonia
          se esquecer
          martírio afora
          em irremediável delírio
estarei afinal plenamente em poesia
porque dela
          nunca
          nunca irei embora

   

13 comentários:

paulo vieira disse...

belo poema pizano!

Primeira Pessoa disse...

o amor do seu amor não irá, príncipe de timóteo.

o amor do seu amor está escrito na pedra.
em poesia.

é canção.

Assis Freitas disse...

este amor do amor é febre que não passa, vício que vigia



abraço

Verso Aberto disse...

ô Vieira

estava nos braços de um recomeço

obrigado amigo

Verso Aberto disse...


que o romeu dos romeus entoe
canções de reamar
eternamente

abs mano Beto

Verso Aberto disse...

mestre Assis

é febre de amor sim
nos braços de romeus e julietas
que preferem a vida

abração

Verso Aberto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tania regina Contreiras disse...

Estar em poesia é um estado maravilhoso! :-)

beijos,

Adri Aleixo disse...

Estou esperando seu livro, poeta querido!

Beijo!

Verso Aberto disse...

Tânia

é um estado de estar
surfando emoções

bjao amiga

Verso Aberto disse...

Adriana

eu também
e muito
poeta querida

estou rezando para nossa senhora das editoras rsrsrs

abração

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Anônimo disse...

nossa que lindo poema =^.^=