sábado

Pena máxima

Juquinha



um devaneio me absolve
levar-te à serra do cipó
e ao sol que a envolve
sem receio contar-te
o quanto sem você morro

12 comentários:

Adriana Aleixo disse...

Lindo demais! Essa sua nova fase próxima à natureza está sensasional.

Boa manhã da sábado para você. Bjo!

Verso Aberto disse...

oi Adriana!

a estátua do Juquinha na Serra do Cipó desperta diferentes reações na gente... a que mais me marcou foi esta - já que, embora gigante, perdida na imensa e bela paisagem, ela parece cumprir eterna pena de solidão

obrigado pela visita
abração

Fouad Talal disse...

literalmente Marquim,

na serra do cipó é "morro só" e dá-lhe subida...rs

perdoe a piadinha desastrosa, mas o poema está um primor! rs

abraços!

Verso Aberto disse...

Fouad manuvéi
o trem empina e é muito
é de morrê memo

brigado pela visita

Assis Freitas disse...

ao morro se sobe (aos céus) ou desce (aos infernos)



abraço

Macabea de La Mancha disse...

Lindo. Realmente esta tua fase mais próxima à natureza nos 'passarinha' os corações...

Abraço!

Verso Aberto disse...

olá Assis

fato é que uma vez neste morro
- solidão de eterno sangramento -
tempo é sem retorno
sem perdão nem socorro

abs amigo

Verso Aberto disse...

oi Macabea

que bom que você gostou
tenho andado muito por matas, fazendas... e isso realmente muda a maneira da gente definir os termos desta parceria com a vida

abração

MIRZE disse...

BELO POEMA!

Triste, mas é o que faz a beleza do poema!

Beijos

Murze

Verso Aberto disse...

oi Mirze, como vai vc?

obrigado pela visita
tristeza assim só e poesia, né?
rsrsrs

beijão viu?

Maria Paula Alvim disse...

Oi, Marcos

há um tempo eu não vinha visitar as suas letras... Estou assim, meio encantada, sem palavras. Perfeita a sua pena máxima (e de resto tudo que li). Fouad tem razão: não se fazem mais poetas assim.

Verso Aberto disse...

ô Maria Paula
nossa! que bom que você gostou
estou assim... meio sem saber o que escrever
muitíssimo obrigado

abração