sábado

Ondas de Amor



no balanço traçado das marcas
- memórias lombares

verta-te neste mar anarco que jorras
ceda-me em ondas em ecos

lança-te barca sem rotas
a guiar-me pelos marcos do amor


convindo amor

6 comentários:

Primeira Pessoa disse...

poema marítimo e lânguido.
a poesia anda no cio.

beijão, poeta.

r.

Assis Freitas disse...

verta-te neste mar anarco que jorras

que verso, que verso


abração

Adri Aleixo disse...

Aqui o amor repousa...

Bela poesia!

Verso Aberto disse...

Beto

dança de mergulho ao cio
mar de saliva
suor que corre rio




Verso Aberto disse...

obrigado mestre

é no afluxo
de pura arritmia
rsrs

abs Assis

Verso Aberto disse...

oi Adri

sem muros
sem portas

mas o teto é bem seguro

abração