terça-feira

Remanso

Escarpas
a rede conta e descarta o tempo
range voz suave ao coração
galanteio de balanço

põe fim à corredeira
- a foz, jamais
para quem
na cumeeira do ponteio
saboreia a vida no remanso

.

9 comentários:

Assis Freitas disse...

paragem, suspensão, no manso balanço, mano



abraço

Verso Aberto disse...

na beira do remanso
a rede e seu embalado descanso

curta isso Assis

abração

Tallu Fernandes disse...

A poesia gosta de tirar um cochilo na rede...eu sei porque tenho uma rede em casa também. Mas prefiro não perturbar seu sono...comigo ela não acorda tão bem disposta assim..rs.

Verso Aberto disse...

a rede é o pêndulo do ócio
tempo que desreloja

Tallu
esta foi uma lembrança de um fim de semana maravilhoso em Escarpas que me fez poemar

bom ver você aqui
abs

MA FERREIRA disse...

Lindo Lugar..
A imagem por si só já é um poema!!
Convida ao bom ócio..rs

bjs

Verso Aberto disse...

para quem conta o tempo como dinheiro
bolso
para quem conta o tempo como estrelas
sonho

Ma, o lugar é mesmo belo
vale o passeio

abração

Adriana Aleixo disse...

Ei, Pizano.

Queria trocar ideia com você sobre uns versos, pode me passar um e-mail?

Beijo!

Adriana Aleixo disse...

Lindo post, Pizano!

Remanso é das mais lindas palavras da nossa língua.

Belo, belo.

Verso Aberto disse...

Oi Adriana

que bom que você gostou... olha sobre poesia não falta assunto né rrsrsr

ainda mais com a vida nos fazendo galanteios

abração

(tô mandando o contato)